Michael Jackson, e os 25 anos do memorável show do Super Bowl XXVII

No último domingo (04) aconteceu a grande final da Liga Nacional de Futebol Americano (NFL). Chamado de Super Bowl, o evento é o principal acontecimento esportivo do ano, tendo em seu intervalo além dos mais caros anúncios publicitários, o esperado show com um grande artista. Nessa edição do evento o artista responsável para animar o público foi Justin Timberlake. O ex N’Sync além de executar seus principais sucessos, ainda fez uma homenagem ao astro Prince, nascido na cidade sede do evento: Minneapolis.

Comparado a apresentações anteriores na história do Super Bowl, o show de Timberlake foi considerado por muitos uma apresentação simples. Entretanto não menos competente e cativante.

Para os que acharam a apresentação de ontem de Justin Timberlake “simples” saiba que antes do Super Bowl XXVII no ano de 1993 as apresentações artísticas no intervalo do jogo se limitava a exibições de bandas marciais de universidades da cidade sede a até personagens da Disney para tentar animar a plateia. Essas apresentações não entusiasmavam muito o público.

Mas em 93, mais precisamente no dia 31 de janeiro daquele ano, a história mudou radicalmente. E o artista que ajudou a mudar o patamar das apresentações do Super Bowl não poderia ser outro senão o Rei do Pop Michael Jackson. A final entre Dallas Cowboys e Buffalo Bills no Rose Bowl em Pasadena no estado da Califórnia foi a primeira edição a receber um artista de renome para apresentação no intervalo do evento.

O canal NBC, detentor dos direitos de transmissão do evento naquele ano, convidou Michael Jackson para transformar o intervalo do jogo em um acontecimento maior do que o próprio jogo.  O anúncio oficial foi feito pelo próprio Michael no programa da apresentadora Oprah Winfrey, detentora de um dos maiores índices de audiência dos Estados Unidos.

E o show de Michael superou as expectativas. Conhecido pelo seu perfeccionismo característico, o Rei do Pop fez um show memorável. Com um medley de grandes sucessos como Billie Jean, Black Or White, We Are The World e Heal The World, Michael Jackson mudou para sempre os intervalos do Super Bowl.

Se depois de Michael tivemos outras apresentações inesquecíveis como de Aerosmith, N’Sync e Britney Spears (2001), Janet Jackson e Justin Timberlake (2004), Paul McCartney (2005), Rolling Stones (2006), Prince (2007), Madonna (2012), Beyoncé (2013), Katy Perry (2015) e Coldplay, Bruno Mars e Beyoncé (2016), esse patamar alcançado pelo show do intervalo do Super Bowl só foi alcançada graças a aquela exibição impecável de Michael Jackson.

 

 

 

 

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